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Doação de sangue: faz bem para você e para o mundo!

Doação de sangue: faz bem para você e para o mundo!

A cada dois segundos, em algum hospital no Brasil, alguém precisa de uma transfusão de sangue para sobreviver. Por diversos fatores, como medo, ignorância, desinformação e preconceito, menos de 2% da população doa sangue no país. Mesmo com toda a tecnologia e materiais seguros ainda se preserva o medo de adquirir alguma doença, algo que reforça ainda mais a exclusão de grupos considerados de risco.

A importância de doar sangue regularmente, a sensibilização de novos voluntários e do retorno dos doadores é uma meta constante dos hemocentros, que precisam lutar para manter os estoques abastecidos. Não é uma tarefa fácil, por isso as campanhas de conscientização são tão importantes, como o Dia Mundial do Doador de sangue, celebrado em todo 14 de junho.

Junho vermelho

Junho marca o período do ano em que as temperaturas caem em muitos lugares do país, aumentando os casos de infecções respiratórias. É quando são registradas quedas significativas nos estoques de bancos, públicos e privados. Por esse motivo o mês foi escolhido para ser a época de ações especiais, com direito a instituições, prédios históricos e monumentos iluminados com a cor vermelha, em todo o país.

Importância da doação

A falta do estoque de sangue em um hospital pode acarretar no cancelamento de cirurgias e demais procedimentos. Um paciente que faz quimioterapia, por exemplo, poderá não resistir ao tratamento sem o suporte de transfusão. Além disso, diversos procedimentos como transplantes de rim, de medula óssea, de fígado, cirurgias cardíacas etc.

A doação é voluntária e não causa prejuízo algum ao seu organismo. Com apenas uma, você pode salvar até quatro vidas! Isso acontece porque o material é separado em diferentes hemocomponentes: concentrado de glóbulos vermelhos, plaquetas, plasma e crioprecipitado que podem ser utilizados de várias maneiras.

Para te convencer melhor, aqui vão mais motivos para você se tornar doador (ou coisas que você, doador, não sabia):

Redução de doenças cardíacas

Ela reduz a viscosidade e a quantidade de ferro no sangue, que é um problema grave, pois causa stress oxidativo. Além disso, doadores de sangue são 88% menos propensos a ter ataques cardíacos

Você pode se interessar por: Doação de órgãos, um gesto que pode salvar vidas

As mulheres que menstruam já perdem sangue todo mês, por isso não é uma medida tão útil para elas. Para homens e mulheres que não menstruam, é um ótimo instrumento para o controle de ferritina, uma proteína que serve como reserva de ferro. Se seu nível dessa proteína for baixo, não é recomendada a doação.

Redução de risco de câncer

A doação reduz o nível de radicais livres no sangue. Por isso, de forma regular, ela está associada à redução na incidência de alguns tipos de câncer, como de fígado, pulmão, cólon e garganta. 

Check-up gratuito

Para doar sangue, é necessário estar com a saúde em dia. Por isso são feitos vários exames de verificação sem custo algum para você. Você ainda fica sabendo da sua pressão e nível de hemoglobina. São realizados também exames para detectar Infecções Sexualmente Transmissíveis, Doença de Chagas, contato prévio com hepatites B e C e vírus HTLV. 

Você salva vidas

Quer motivo maior? Além de todos os benefícios acima, a doação é uma corrente do bem, gerando impacto positivo na vida das pessoas que receberam o seu sangue. Não custa nada, não dói, e você ainda se sente bem por ter feito uma boa ação. 

Quais os requisitos na hora de doar?

  • Ter entre 16 e 69 anos. Menores de 18 devem estar acompanhado dos pais ou responsáveis. Para a primeira doação, são aceitos candidatos de no máximo 60 anos;
  • Ter mais de 50 kg;
  • Não estar em jejum;
  • Apresentar documento oficial com foto;
  • Informar as viagens feitas no último ano para avaliação de necessidade de exclusão na triagem clínica;
  • Para os homens, é necessário um intervalo de 60 dias entre as doações, com no máximo quatro vezes ao ano. Já para as mulheres, intervalos de 90 dias, com 3 doações anuais;
  • Evitar consumo de álcool 12 horas antes da doação;

Quem não pode doar?

  • Quem está gripado, com mal-estar ou herpes;
  • Gestantes ou quem esteja amamentando ou tenha amamentado nos últimos 12 meses
  • Quem fez endoscopia ou colonoscopia nos últimos 6 meses;
  • Quem fez ou faz uso de drogas endovenosas;
  • Quem está exposto a maior vulnerabilidade à infecção do HIV e tem múltiplos parceiros sexuais ou parceiros dependentes de drogas;
  • Quem contraiu hepatite após os 11 anos de idade;
  • Quem contraiu doença de Chagas, malária ou sífilis;
  • Diabéticos que fazem uso de insulina;
  • Quem fez tatuagem há menos de 12 meses ou possui piercing em cavidade oral ou genital;
  • Quem realizou tratamentos dentários nos últimos três dias;

18 milhões de litros de sangue são desperdiçados anualmente por preconceito

No Brasil, LGBTs só podem doar sangue se passarem um ano sem ter relações com outra pessoa do mesmo sexo (com excessão das mulheres, que parar doar devem ter mantido relações apenas com uma parceira durante os últimos 12 meses).

Para os estoques de sangue, é um desfalque considerável. Levando em conta que o principal grupo de risco são os homens bi ou homossexuais, que correspondem a cerca de 10,5 milhões em todo o país, e que os homens podem doar até quatro vezes por ano, 18,9 milhões de litros de sangue são desperdiçados anualmente. Até 2004, eles eram proibidos de ser doadores.

Vale lembrar que:

  • Ninguém pega doenças doando sangue;
  • Todo o material utilizado é descartável;
  • Todo sangue que chega é muito bem examinado;
  • Após a doação, não viajar nem fumar nas duas horas seguintes, evitar esforço físico ou ingerir bebidas alcoólicas por ao menos seis horas.

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