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Dia do infectologista: principais dúvidas sobre a covid-19

Dia do infectologista: principais dúvidas sobre a covid-19

No dia 11 de abril celebramos o dia do infectologista. E para comemorar, ao mesmo tempo em que fazemos uma homenagem a este profissional tão importante, decidimos lembrar da importância de nos mantermos informados sobre a Covid-19.

Talvez você não conheça este profissional, mas ele faz um importante papel no momento em que vivemos hoje, assim como em outros momentos da história em que a humanidade foi atingida por grandes doenças.

Eles são responsáveis por pesquisar, diagnosticar e tratar doenças infecciosas, como o novo coronavírus. Durante essa pandemia, o trabalho dos infectologistas tem sido ininterrupto e incansável, mas não basta apenas reconhecer a importância deles, temos também que ajudá-los e seguir as suas orientações.

Para tanto, neste artigo trouxemos as principais dúvidas sobre a covid-19 para que, com os devidos cuidados, possamos vencer este vírus e dar um descanso para esses médicos.

Continue lendo e saiba mais!

O que faz um infectologista?

O infectologista é um médico especializado na ciência que estuda problemas causados por agentes externos que invadem o organismo humano causando doenças; tais como as bactérias, os vírus, os parasitas e fungos.

Esse médico irá diagnosticar e tratar os pacientes com doenças infecciosas. Eles também são responsáveis por criar ações preventivas e elaborar planos de contenção para evitar e lidar com epidemias.

Talvez você só tenha entendido o que faz um infectologista agora, durante a pandemia do novo coronavírus, mas eles foram protagonistas no combate de muitas outras epidemias e pandemias. No Brasil, eles são os responsáveis por erradicar, com a ajuda de vacinas, doenças como: poliomielite, sarampo, varíola, difteria, meningite, entre outras.

No dia a dia, são eles que cuidam dos pacientes com sinusite, bronquite, pneumonia, doenças sexualmente transmissíveis, tuberculose, H1N1, febre amarela, zika, chikungunya, dengue e outras doenças tropicais.

Em resumo, os infectologistas trabalham ativamente e possuem um papel importantíssimo na nossa sociedade. Deixamos aqui nossa homenagem e gratidão, e nos comprometemos em facilitar o trabalho desses profissionais, seguindo suas orientações e defendendo a utilização de vacinas!

Principais dúvidas sobre a COVID-19

Você também quer ajudar os infectologistas? Hoje a melhor maneira de fazer isso é divulgando informações verdadeiras e cuidando para evitar a transmissão da covid-19.

Algumas dúvidas comuns podem surgir nesse processo, portanto, separamos as 12 questões mais importantes no momento.

Confira a seguir as principais dúvidas sobre a covid-19:

Quais são os sintomas da COVID-19?

80% dos casos de infecção são leves, semelhantes a uma gripe. Os sinais mais comuns afetam, principalmente, o sistema respiratório, como tosse, coriza e dor de garganta.

Nos casos mais graves o quadro evolui para pneumonia e a dificuldade de respirar se torna o principal sintoma.

A perda de olfato e paladar foi reconhecida como um dos principais e mais comuns efeitos da infecção; muitas vezes permanece por um tempo após a cura da doença.

Em geral, os principais sintomas são:

  • Cansaço
  • Febre baixa
  • Tosse
  • Dor de cabeça
  • Dor muscular
  • Congestão nasal
  • Diarreia
  • Enjoo
  • Perda de olfato e de paladar
  • Falta de ar
  • Tontura

Muitos casos são assintomáticos; isso significa que mesmo infectado e transmitindo o vírus para outras pessoas, o indivíduo pode não saber que carrega o vírus.

Quais são os fatores de risco para os casos graves?

Pode ser percebido que indivíduos que apresentam alguma comorbidade tendem a ter quadros mais graves da doença. No entanto, a lista que iremos apresentar a seguir está em constante debate.

Nos últimos meses, com o avanço da pandemia e as novas variantes do vírus, o número de vítimas que não apresentavam nenhuma das características listadas aumentou significativamente. Por isso, ela não pode ser levada ao pé da letra; todos devem se proteger.

  • Idade avançada
  • Obesidade
  • Diabetes
  • Hipertensão
  • Imunidade baixa (seja por tratamentos médicos, seja por doenças como a aids ou câncer)
  • Condições cardíacas graves
  • Doenças pulmonares
  • Doenças renais graves
  • Terceiro trimestre de gravidez

Qual é o período de incubação do vírus?

Quando falamos sobre “período de incubação”, estamos nos referindo ao tempo entre o início da infecção e o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Esse intervalo costuma variar entre 1 e 14 dias. Segundo a OMS, a média é de 5 dias.

Se você sabe que entrou em contato com alguém infectado, mesmo que não apresente os sintomas, o ideal é que você permaneça pelo menos 14 dias em quarentena. Evite sair de casa e, caso seja preciso, sempre use máscaras cirúrgicas (se possível) ou caseiras de pano.

Quem deve ser testado para COVID-19?

O ideal é que sejam testados apenas os indivíduos com sintomas fortes e consistentes com a COVID-19. Pessoas com dificuldade respiratória possuem prioridade. Caso o paciente não tenha sintomas graves, é melhor fazer a quarentena, isolado.

Os indivíduos assintomáticos com exposição recente conhecida ou suspeita ao SARS-CoV-19, também podem fazer o teste, para controlar a transmissão. Mas o processo deve ser feito com todo o cuidado, já que a transmissão ocorre inclusive na fase assintomática da doença.

Como o coronavírus é transmitido?

O vírus é transmitido, principalmente, pelas gotículas de saliva. Ao tossir, falar, gritar, cantar ou simplesmente respirar, o infectado pode contaminar o ambiente. Por isso, ambientes fechados são mais propícios para a disseminação do vírus, já que as gotículas permanecem no ar por determinado tempo.

A transmissão também pode acontecer por intermédio de objetos e superfícies, ao encostar a mão em locais contaminados e depois colocá-la no nariz, olhos e boca.

A gestante pode passar o vírus para o bebê?

Por enquanto ainda não há fortes evidências de que isso ocorra. Os casos em que foi detectado a transmissão de mãe para filho são raros.

A amamentação pode ocorrer sem problema algum. O único risco que um recém nascido possui de contrair o vírus é o mesmo que de todas as faixas etárias, ou seja, os cuidados são os mesmos.

Na hora de amamentar, por exemplo, recomenda-se que as mãos e os antebraços sejam higienizados antes de tocar no bebê, e que a mãe esteja sempre de máscara, para evitar respirar no rosto da criança.

Peguei uma vez, estou imune?

Não se pode contar com esta possibilidade. Os casos de imunização são raros, já os de reinfecção são muitos.

A maneira mais segura de criar imunidade contra o vírus é pela vacinação em massa da população brasileira.

A vacina contra o coronavírus é segura?

SIM. A velocidade com que as vacinas foram aprovadas, assim como o número absurdo de fake news correndo pela internet, pode deixar algumas pessoas confusas, mas é importante lembrar que toda vacina passa por testes e precisa apresentar segurança antes de ser aprovada.

Existem reações adversas, assim como qualquer outra vacina, mas são casos raros e que estão sendo monitorados. O risco da vacina é muito menor do que o risco de contaminação pela COVID-19.

Além disso, os motivos para a rapidez na geração das vacinas inclui um investimento nunca visto antes e a utilização de técnicas já conhecidas; como as das vacinas anuais da gripe comum.

Saiba mais sobre as vacinas contra o coronavírus.

Tomei a vacina, posso abandonar as outras medidas de proteção?

NÃO. A vacina não impede que você se contamine, ela impede que você apresente sintomas graves, que você precise de atendimento médico e, principalmente, que você venha a óbito.

Ou seja, mesmo com a vacina você pode se contaminar e contaminar outros, principalmente aqueles que ainda não tomaram a vacina.

Até que a vacinação no Brasil seja feita em massa e atinja determinada porcentagem da população, os cuidados devem ser mantidos.

Qual máscara devo usar?

Apesar de no início da pandemia as máscaras caseiras de pano terem sido muito recomendadas, são as máscaras profissionais, cirúrgicas, as mais seguras.

Desde que as novas variantes surgiram, a máscara PFF2 se tornou a mais recomendada. Mas isso não significa que, se você não tiver uma em casa, você não possa usar outras. O importante é nunca sair de casa sem uma proteção adequada, por isso, as máscaras descartáveis, assim como as de pano, continuam sendo uma ótima opção.

Você pode inclusive usar uma descartável por baixo e a de pano por cima, para chegar ao nível de proteção das máscaras profissionais.

Existe um tratamento precoce para evitar sintomas mais graves?

NÃO existe tratamento precoce. Essa é outra fake news que está fazendo muitas vítimas por aí.

Apesar do trabalho árduo dos cientistas, ainda não foi descoberto um tratamento eficiente contra o coronavírus.

Todos os medicamentos que estão sendo recomendados sem comprovação científica, não apenas não protegem contra o vírus, como podem causar sérios problemas de saúde quando utilizados sem critério.

Saiba mais sobre os perigos do uso desregulado da ivermectina.

O que são 'variantes do coronavírus’?

O vírus possui um processo natural de mutação para sobreviver dentro e fora do organismo. Você pode entender mais profundamente como ocorre essa mutação acessando o nosso artigo por aqui.

Quando uma pessoa que carrega o vírus que sofreu mutação encontra outra pessoa na mesma condição, juntos eles podem formar variantes.

São versões ligeiramente diferentes do COVID-19 que conhecemos e a maioria não apresenta nenhuma ameaça. No entanto, podem surgir uma ou outra variação mais resistente e com a capacidade de transmissão mais alta, agravando a infecção.

Por enquanto as novas variantes que foram percebidas não representam uma ameaça para a eficácia das vacinas, mas caso elas saiam de controle esse cenário pode se tornar uma possibilidade. Para evitar essa situação, é preciso desacelerar a criação de novas variantes.

A principal maneira é impedir que o vírus circule livremente. As medidas de contenção do coronavírus são pensadas, também, para isso.

Então, para vencermos este vírus e voltarmos ao normal o mais rápido possível, precisamos evitar aglomerações, fazer quarentena total ao saber que está contaminado, usar a máscara em todos os momentos e fazer a higienização das mãos e dos objetos do dia a dia.

Assim que a vacina estiver disponível para todos, se vacine e leve a sua família para vacinar também!

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